O dia começa técnico, mas com munição suficiente para mexer preço.
A empresa entregou números fortes, guidance acima do esperado, mas… não foi “perfeito”.
E quando a expectativa é perfeição, qualquer vírgula vira motivo de realização.
Futuros em NY operam de lado.
Treasuries firmes.
Mercado espera auxílio-desemprego nos EUA.
Tradução: sem gatilho novo, mas sensível a qualquer ruído.
Reunião nuclear hoje em Genebra.
Se der errado, Trump já deixou claro: pode vir ataque limitado.
O mercado começa a precificar cauda geopolítica.
Petróleo cai 1,5% antes do encontro — mas isso pode virar rápido.
Leilão pesado de LTNs e NTN-F.
Depois de dólar a R$ 5,12 (menor nível em 21 meses), a curva não conseguiu fechar tanto quanto deveria.
Se o Tesouro vier grande de novo, pode pressionar os vértices médios e longos.
Dia típico de quem opera DI ficar ligado.
+2,3% em fevereiro.
+6,6% no ano.
Fluxo estrangeiro continua dominando o jogo.
Se parar, o câmbio sente.
Enquanto isso, carry trade agradece.
Lucro de US$ 894 mi.
Margem expandindo.
IA ajudando crédito.
Mas o custo de risco subiu — e o mercado odeia quando risco sobe.
After caiu quase 5%.
Lula se reuniu com controladores para discutir crise no setor.
Senado aprovou redução de alíquotas para petroquímica.
Tema pode respingar em Cosan e no setor de energia.
Empate técnico entre Lula e Flávio ainda não mexeu forte nos preços.
Mas começou a entrar no radar.
Bolsa segue ignorando política por enquanto.
Câmbio já começou a olhar com mais atenção.
Tesouro testa a curva de juros, Nubank pressiona fintechs e tensão com Irã mantém petróleo e câmbio no radar, enquanto fluxo externo sustenta o real.
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