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title: Call diário 30/7/2026 | Fed, Microsoft e fiscal | Nova Futura
description: Fed mantém juros, Microsoft avança com IA e fiscal volta ao radar no Brasil. Vale e dados de emprego também movimentam o mercado.
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# Call diário 30/7/2026 | Fed, Microsoft e fiscal | Nova Futura

![Alan Martins, analista CNPI-T na Nova Futura Investimentos](https://blog.novafutura.com.br/hubfs/IMG_0293.jpg)

##### Por **Alan Martins, analista CNPI-T na Nova Futura Investimentos**

Tempo de leitura: 10 min.

30 jul. 2026

### **Resumo do dia 30/07**

Fed mantém os juros, mas perde o controle da curva; Microsoft anima a tecnologia e o fiscal testa o Brasil.

O mercado entra em uma Superquinta com duas mensagens aparentemente contraditórias. As bolsas americanas avançam, puxadas pela Microsoft e pela percepção de que parte dos investimentos em inteligência artificial começa a gerar retorno. Ao mesmo tempo, os juros longos dos Estados Unidos sobem porque investidores questionam se o Federal Reserve reagirá com firmeza suficiente à inflação.

A decisão de manter a taxa entre 3,50% e 3,75% veio com três votos por alta imediata, maior dissidência desde 2016. Kevin Warsh, porém, evitou preparar o mercado para setembro. O resultado foi uma curva mais inclinada: juros curtos aliviaram, enquanto os vencimentos longos passaram a cobrar um prêmio maior pela perda de poder de compra e pelo risco de o Fed ficar atrás da inflação.

No Brasil, o Tesouro testa a demanda por títulos prefixados depois do fechamento recente dos DIs curtos, enquanto o resultado do governo central recoloca o fiscal sob observação. Na Bolsa, Microsoft sustenta a narrativa da IA, Ambev supera expectativas e Vale divulga seu balanço após o fechamento.

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### **O FED PAROU OS JUROS, MAS NÃO PAROU A DESCONFIANÇA**

Warsh aliviou o curto prazo e aumentou a cobrança sobre o futuro.

O Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, como amplamente esperado.

O placar, porém, mostrou uma divisão maior que a projetada. Beth Hammack, Neel Kashkari e Lorie Logan defenderam uma alta imediata de 25 pontos-base, formando a maior dissidência dentro do Fomc desde 2016.

Na coletiva, Kevin Warsh reiterou o compromisso com a meta de inflação de 2%, mas evitou sinalizar uma decisão antecipada para setembro. Segundo ele, a instituição continuará observando o conjunto dos dados, sem reagir excessivamente a uma única leitura mensal.

Comentário: O Fed tentou preservar flexibilidade, mas o mercado interpretou parte da comunicação como tolerância excessiva.

Quando os juros curtos caem e os longos sobem, a mensagem é clara: o investidor acredita que o banco central pode evitar o aperto agora e ser obrigado a pagar mais caro depois.

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### **A CURVA AMERICANA MANDA UM ALERTA DE CREDIBILIDADE**

O título de 30 anos não comprou a serenidade de Warsh.

O rendimento do Treasury de dez anos opera próximo de 4,69%, enquanto o título de 30 anos avança para a região de 5,23%.

No pregão anterior, a taxa de 30 anos chegou a subir 14 pontos-base e tocou o maior nível em quase duas décadas.

Alguns investidores passaram a reduzir posições em títulos americanos e buscaram alternativas em mercados como Austrália e Europa, refletindo a preocupação de que a autoridade monetária dos Estados Unidos não esteja reagindo com rapidez suficiente às pressões inflacionárias.

Comentário: A ponta longa não negocia apenas a próxima reunião do Fed.

Ela negocia inflação acumulada, gastos públicos, oferta de títulos e a confiança de que o banco central fará o necessário. Quando essa confiança diminui, o mercado exige mais prêmio.

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### **PCE E PIB PODEM REESCREVER A LEITURA DO FED**

Depois de uma comunicação ambígua, os dados voltam a comandar.

O núcleo do PCE, medida de inflação preferida do Fed, deve avançar 0,2% em junho, com desaceleração da taxa anual de 3,4% para 3,3%.

Também será divulgada a primeira leitura do PIB americano do segundo trimestre, com expectativa de crescimento anualizado próximo de 2,3%, sustentado pelo consumo.

Os números chegam menos de 24 horas depois de Warsh insistir que a política monetária continuará dependente dos dados.

Comentário: PCE benigno pode aliviar a curva curta, mas dificilmente resolverá sozinho a pressão sobre os vencimentos longos.

Inflação persistente combinada com economia resiliente reforçaria a tese de que o Fed ainda precisará elevar os juros em setembro.

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### **PETRÓLEO PERMANECE EM US$ 90 MESMO COM A GUERRA SE ESPALHANDO**

O conflito chegou às águas do Egito, mas o barril não acompanha integralmente a escalada.

Os Estados Unidos retomaram os ataques contra alvos militares iranianos em uma operação de aproximadamente duas horas.

Quase simultaneamente, dois navios de GNL foram atingidos na costa mediterrânea do Egito, primeiro episódio relevante do conflito em águas egípcias.

O Brent chegou a subir quase 3%, mas devolveu a maior parte do movimento e opera próximo de US$ 90 por barril.

Ormuz continua praticamente bloqueado, os houthis mantêm ameaças no Mar Vermelho e grupos aliados do Irã prometem novas retaliações.

Comentário: A estabilidade do petróleo não significa redução do risco geopolítico.

O mercado parece evitar pagar novamente um prêmio extremo sem uma interrupção adicional do fornecimento. Mas o espalhamento territorial aumenta a chance de um novo salto abrupto.

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### **MICROSOFT PROVA QUE A IA PODE GERAR RETORNO**

O mercado finalmente encontrou uma big tech capaz de justificar o tamanho do investimento.

As ações da Microsoft avançaram fortemente depois que a companhia superou as projeções de receita, impulsionada pela computação em nuvem e pelos serviços ligados à inteligência artificial.

O Azure ultrapassou US$ 100 bilhões em receita anual, reforçando a percepção de que os investimentos em data centers, chips e infraestrutura começam a produzir crescimento mensurável.

O desempenho da companhia sustenta os futuros do Nasdaq e ajuda a contrabalançar a pressão dos Treasuries.

Comentário: Microsoft entregou exatamente o que o mercado vinha cobrando: investimento alto acompanhado de receita, escala e monetização.

A inteligência artificial não perdeu valor. O mercado apenas deixou de aceitar promessa sem demonstração financeira.

### **META MOSTRA QUE GASTAR MAIS NÃO É SINÔNIMO DE VENCER**

Receita forte não compensou lucro menor e aumento do capex.

A Meta apresentou receita acima das expectativas, mas decepcionou no lucro e elevou a projeção de investimentos em infraestrutura de IA.

As ações recuam no pré-mercado, refletindo a preocupação com o ritmo de expansão dos gastos e com o tempo necessário para transformar esses investimentos em resultados.

Mark Zuckerberg voltou a defender a estratégia da companhia, mas a reação mostra que o investidor continua exigindo maior clareza sobre margens e fluxo de caixa.

Comentário: Microsoft foi premiada porque mostrou retorno. Meta foi punida porque pediu mais tempo e mais capital.

A diferença entre as duas empresas resume a temporada: não basta participar da corrida da IA; é preciso provar que o investimento gera valor.

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### **AMAZON E APPLE ENTRAM NA PRÓXIMA PROVA**

A temporada ainda não terminou e o mercado continua sem tolerância para erro.

Amazon e Apple divulgam resultados após o fechamento.

Na Amazon, o foco estará no crescimento da computação em nuvem, no volume de investimentos em inteligência artificial e na capacidade de preservar margens.

Na Apple, investidores acompanharão vendas de dispositivos, desempenho de serviços e perspectivas para o último trimestre completo sob a liderança de Tim Cook.

Comentário: O mercado chega aos balanços dividido entre entusiasmo e fadiga.

Quem entregar crescimento com margem pode prolongar o rali. Quem apresentar apenas aumento de despesas encontrará um investidor muito menos paciente.

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### **LEILÃO DE PREFIXADOS TESTA A CURVA BRASILEIRA**

O Tesouro entra no mercado justamente quando a ponta longa volta a pedir prêmio.

O Tesouro oferta:

- LTNs com vencimento em 2028, 2029 e 2032;
- NTN-Fs com vencimento em 2031, 2033 e 2037.

O leilão ocorre depois de sessões de fechamento nos juros curtos, apoiadas pelo IPCA-15 benigno e pela expectativa de corte de 0,25 ponto da Selic na próxima semana.

A parte longa, porém, voltou a subir acompanhando a inclinação da curva americana e as dúvidas fiscais domésticas.

Comentário: Hoje, o leilão mede mais que a demanda por títulos.

Ele mede até onde o investidor aceita financiar o governo sem exigir aumento adicional de prêmio diante de Fed, petróleo e fiscal.

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### **CURVA BRASILEIRA REPETE O MOVIMENTO DOS ESTADOS UNIDOS**

Copom alivia o curto; credibilidade mantém o longo pressionado.

No fechamento anterior:

- DI Jan/27: 13,850%
- DI Jan/28: 13,975%
- DI Jan/29: 14,250%
- DI Jan/31: 14,515%
- DI Jan/33: 14,655%

Os contratos mais curtos foram sustentados pela melhora da inflação e pela expectativa de flexibilização da Selic.

Os vencimentos longos subiram, acompanhando os Treasuries e incorporando riscos relacionados à trajetória fiscal, ao petróleo e à eleição.

Comentário: A curva está separando duas discussões.

A ponta curta pergunta quanto o Copom pode cortar. A ponta longa pergunta se a política fiscal permitirá que esse corte seja sustentável.

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### **GOVERNO CENTRAL RECOLOCA O FISCAL NO PREGÃO**

Arrecadação forte não impede déficit elevado.

O Tesouro divulga o resultado primário do governo central, com expectativa de déficit próximo de R$ 47,2 bilhões em junho.

A arrecadação federal deve atingir aproximadamente R$ 261,6 bilhões, com crescimento real de 6,5% na comparação anual, apoiado pelo Imposto de Importação.

O aumento das despesas discricionárias e a execução de emendas parlamentares, porém, continuam pressionando o resultado fiscal.

Comentário: A receita continua entregando. A despesa continua consumindo.

O mercado não discute apenas se o governo cumprirá a meta de 2026, mas quanto esforço será necessário para estabilizar a dívida nos próximos anos.

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### **NOVOS GATILHOS FISCAIS ENTRAM NO RADAR**

O governo já começa a discutir um arcabouço mais restritivo para o próximo mandato.

Dario Durigan estaria discutindo com Lula mudanças no arcabouço fiscal para um eventual quarto mandato, incluindo novos gatilhos destinados a restringir despesas.

A discussão ocorre enquanto o governo tenta preservar investimentos e programas sociais sem abandonar a meta de estabilização da dívida.

O presidente também afirmou que não pretende desrespeitar o arcabouço fiscal.

Comentário: O mercado pode receber positivamente a discussão de gatilhos mais automáticos.

Mas promessa para o próximo mandato não substitui execução no atual. A credibilidade virá dos números de hoje, não apenas das regras de amanhã.

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### **EMPREGO SEGUE FORTE, MAS COMEÇA A PERDER VELOCIDADE**

A desaceleração existe, mas ainda não caracteriza fraqueza.

A Pnad Contínua deve mostrar redução da taxa de desemprego de 5,6% para 5,4%.

O Caged registrou criação de aproximadamente 145 mil vagas formais em junho, acima das expectativas, mas no menor resultado para o mês desde 2020.

A leitura predominante é de que o mercado de trabalho permanece aquecido, embora as contratações e os salários apresentem perda gradual de ritmo.

Comentário: Para o Copom, desaceleração gradual é o melhor cenário.

Um mercado de trabalho ainda saudável permite cortar juros sem sinalizar recessão, desde que os salários e a inflação de serviços continuem perdendo força.

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### **AMBEV SUPERA EXPECTATIVAS E ENTREGA REMUNERAÇÃO AO ACIONISTA**

Resultado forte combina operação resiliente e distribuição de capital.

A Ambev apresentou lucro líquido acima das estimativas do mercado e aprovou aproximadamente R$ 1,1 bilhão em juros sobre capital próprio.

O resultado foi apoiado pela operação de cervejas no Brasil, recuperação de volumes e melhora de eficiência.

O mercado acompanhará preços, margens e a capacidade da companhia de preservar crescimento diante de uma atividade doméstica mais moderada.

Comentário: Ambev entrega uma combinação valorizada em períodos de incerteza: geração de caixa, previsibilidade e remuneração ao acionista.

O desafio será sustentar a margem sem depender apenas de preço.

### **VALE PRECISA CONFIRMAR O OTIMISMO OPERACIONAL**

Produção forte já está conhecida; agora o mercado quer caixa e custo controlado.

A Vale divulga o balanço do segundo trimestre após o fechamento.

A mediana das estimativas aponta para:

- Lucro líquido de aproximadamente US$ 1,89 bilhão, queda de 10,8%;
- Ebitda próximo de US$ 3,87 bilhões, alta de cerca de 13%.

Os principais pontos de atenção serão preços realizados do minério, desempenho do cobre, custos, geração de caixa e disciplina de capital.

Comentário: O relatório de produção elevou a expectativa.

Agora, a Vale precisa provar que mais volume se transformou em margem, caixa e retorno ao acionista. Produzir bem sem controlar custo não será suficiente.

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### **BRASKEM VOLTA A NEGOCIAR RISCO DE SOBREVIVÊNCIA**

A possibilidade de recuperação judicial transforma dívida em evento de mercado.

As ações da Braskem caem depois de notícias sobre uma possível recuperação judicial.

A companhia informou anteriormente que negocia alternativas com credores, incluindo capitalização e utilização de ativos como garantia, mas sem definição até o momento.

O elevado endividamento e a necessidade de reestruturação continuam no centro da tese.

Comentário: Nesse tipo de situação, valuation deixa de ser o primeiro debate.

Antes de discutir lucro futuro, o mercado precisa entender liquidez, estrutura de capital e capacidade de atravessar o processo sem destruição adicional para o acionista.

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### **RADAR CORPORATIVO**

**Motiva**

Lucro líquido de R$ 1,41 bilhão no segundo trimestre, acima dos R$ 897,2 milhões registrados um ano antes.

**Intelbras**

Lucro líquido superou as estimativas; a companhia aprovou R$ 93,4 milhões em dividendos.

**CSN**

Pode anunciar uma captação externa próxima de US$ 1 bilhão, movimento que aumenta a atenção sobre sua alavancagem.

**Bradesco**

Aprovou aumento de capital de até R$ 10 bilhões, com compromisso das controladoras de subscrever até R$ 8 bilhões.

**Equatorial**

Volume de energia distribuída cresceu 5,4%, enquanto as perdas recuaram.

**Enel São Paulo**

Lucro líquido mais que dobrou no segundo trimestre, com expansão de receita e Ebitda.

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### **AGENDA DO DIA**

**Exterior**

08h00 Decisão de juros do Banco da Inglaterra

09h30 PCE dos Estados Unidos

09h30 PIB americano do segundo trimestre

Após o fechamento Amazon e Apple

**Brasil**

08h00 IGP-M de julho

08h30 Crédito e política monetária

09h00 Pnad Contínua

Leilão de LTN e NTN-F

11h00 Arrecadação federal

14h30 Resultado do governo central

15h00 Coletiva do Tesouro

15h00 Reunião do CMN

Após o fechamento Vale, Multiplan e EcoRodovias

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### **VISÃO PARA O TRADER**

O pregão será dividido entre macro, juros e balanços:

- Treasuries: pressão concentrada na ponta longa.
- DI curto: segue sustentado pela expectativa de corte da Selic.
- DI longo: sensível ao leilão do Tesouro e ao resultado fiscal.
- Dólar: Fed mais tolerante enfraquece a moeda; juros longos altos limitam o movimento.
- Petróleo: próximo de US$ 90, mas com alto risco de manchete.
- Nasdaq: Microsoft sustenta o índice; Meta mostra que o trade de IA continua seletivo.
- Ibovespa: Ambev ajuda; Vale concentra o risco após o fechamento.
- Prefixados: demanda no leilão será o termômetro doméstico da manhã.

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### **LEITURA DA MESA**

Leitura: O Fed manteve os juros, mas a curva longa recusou a mensagem de tranquilidade. Microsoft provou que IA pode gerar retorno, enquanto Meta mostrou que gasto sem caixa continua sendo punido. No Brasil, o Tesouro testa a confiança nos prefixados, o fiscal volta à tela e a Vale precisa transformar produção em resultado. Hoje, a Bolsa pode subir com tecnologia, mas quem manda no risco continua sendo o juro longo.

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Este conteúdo possui caráter meramente informativo e educacional, não devendo ser interpretado como oferta, solicitação de oferta, recomendação personalizada de investimento ou aconselhamento financeiro, jurídico ou tributário. As decisões de investimento devem considerar os objetivos, perfil de risco e situação financeira específica de cada investidor.

Investimentos nos mercados financeiro e de capitais envolvem riscos, incluindo a possibilidade de perda do capital investido. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

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